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Indicadores


Vantagens remuneratórias da formação superior: em Portugal compensa estudar
Portugal é um dos países da UE-27 e da OCDE em que concluir um grau superior de ensino é mais recompensador do ponto de vista remuneratório.


  Em Portugal, no ano de 2009, a população que concluiu o ensino superior auferia uma remuneração do trabalho 69% superior à auferida por quem concluiu no máximo o ensino secundário ou pós-secundário não superior. Entre os países em análise no Quadro 1, o Brasil é aquele em que esse prémio remuneratório assume uma dimensão mais expressiva: 156%. Nos Estados Unidos o valor deste indicador é de 79%, enquanto a média para os países da OCDE é de 53%. Inversamente, nos países do norte da Europa, mas também na Nova Zelândia, o prémio remuneratório da educação superior face à educação secundária ou pós-secundária é inferior a 30%.



Os países em que a população com formação superior  tem vantagens remuneratórias mais elevadas tendem a ser aqueles em que a população trabalhadora que não foi além do ensino básico (ISCED 2) regista níveis remuneratórios relativos mais baixos. No Brasil as remunerações dos trabalhadores com baixos níveis de escolaridade representam 53% do ganho dos trabalhadores com formação intermédia; nos Estados Unidos esse valor é de 64% e em Portugal de 68% - abaixo da média da OCDE (77%). A Finlândia é o país em que para este indicador há uma maior igualdade remuneratória mais prenunciada: os trabalhadores com uma formação básica auferem apenas menos 7% do que os que têm formação intermédia.


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