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Mortalidade infantil: Portugal apresenta um registo favorável
Novos Estados-Membros da UE-27 são os que obtêm os piores resultados. Portugal entre os países mais bem classificados.


Em cada 1000 nascimentos com vida faleceram em média, na Roménia, no ano de 2010, 9,8 crianças durante o primeiro ano de vida (Gráfico 1). Este é o pior registo no quadro da UE-27. Com um valor muito próximo (9,4) está a Bulgária, sendo estes os únicos dois países a atingirem praticamente a dezena na taxa de mortalidade infantil. Os oito piores registos ilustrados no Gráfico 1 são referentes a países que integram o grupo dos 12 novos Estados-Membros da União Europeia. Portugal encontra-se entre os países mais bem classificados, com uma taxa de mortalidade infantil de 2,4‰. Com uma taxa inferior está apenas a Finlândia, com 2,3‰.



O Gráfico 2 mostra a evolução entre 1998 e 2010 da taxa de mortalidade infantil em Portugal e, em termos médios, nos países que compõem a UE-27 (até 2009). Em ambos os casos verifica-se que existe uma progressiva diminuição anual do valor do indicador em causa, embora em Portugal a amplitude desta tendência seja ligeiramente superior: em Portugal a diminuição do valor da mortalidade foi de 2,4 pontos entre 1998 e 2009, enquanto na UE-27 foi de 2,2 pontos. Entre 2002 e 2003, em particular, houve um decréscimo de quase um ponto (0,9) na taxa de mortalidade infantil em Portugal. De uma forma geral, ao longo de todo o período considerado, o valor deste indicador é menor em Portugal do que nesse conjunto de países.    



O Quadro 1 mostra a evolução das taxas de mortalidade infantil em Portugal ao longo de oito quinquénios - entre 1998 e 2009. Como se pode verificar, entre o primeiro e o último quinquénio analisados, os valores para este indicador diminuíram em todas as regiões do país. Os maiores decréscimos registaram-se na Região Autónoma da Madeira (4,1 pontos), bem como no Norte (2,7 pontos), na Região Autónoma dos Açores (2,2 pontos) e no Algarve (2 pontos). No quinquénio 2005-2009, a Região Autónoma dos Açores registou a taxa de mortalidade infantil mais elevada a nível nacional – em cada 1.000 nascimentos com vida faleceram, em média, cerca de cinco crianças durante o primeiro ano de vida. Aliás, nos quinquénios em causa, a taxa de mortalidade infantil assume sempre o seu valor mais elevado numa das regiões autónomas. No último quinquénio, o Centro é a região com a mais baixa taxa de mortalidade infantil registada: 2,9‰.


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